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Diário de viagem: Sinagoga de la Ghriba, Djerba (Tunísia)

por Mäyjo, em 11.01.18

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"Hoje visitei a sinagoga de la Ghriba, um dos principais marcos dos judeus de Djerba e do judaísmo no geral. É uma das mais antigas do mundo, construída em 586 ac. Surpreendentemente 30% da população de Djerba é Judaica, uma das últimas comunidades judias que sobrevivem no mundo árabe."

Texto: Rute Obadia (testemunho na primeira pessoa) 
Fotos: Rute Obadia 

 

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publicado às 13:22

Grande Muralha da China

por Mäyjo, em 25.04.17

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China

40.67693°N 117.23193°E

 

A Grande Muralha da China é uma série de fortificações construídas ao longo da linha leste-oeste que representa a histórica fronteira norte da China.

Muros defensivos foram construídos na região, já no século VII e mais tarde foram unidos para criar uma barreira mais forte, a que agora nos referimos como a "Grande Muralha". Um levantamento arqueológico descobriu que todos os troços da parede combinados mediam uns expressivos 21.196 quilómetros.

 

 

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publicado às 00:04

MEROË: A CIDADE PERDIDA ENTRE AS PIRÂMIDES DO SUDÃO

por Mäyjo, em 20.02.17

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publicado às 13:16

A BELEZA DA MODA TRADICIONAL DE VÁRIOS POVOS DO MUNDO

por Mäyjo, em 23.01.17

Desde peruanos envoltos em roupa cor de cereja extravagante e saias de ouro ao povo Samburu do Quénia, com mantos carmesim e colares de contas, o mundo não tem falta de indumentárias elegantes. Uma pessoa que sabe onde encontrar estes vestuários elegantes e extravagantes é Anne Menke, uma fotógrafa da Vogue que percorreu o mundo em 2012 à procura dos cidadãos mais elegantes.

 

O projeto, onde fotografava modelos profissionais com os trajes típicos dos mais variados povos do mundo, permitiu a Menke observar a diversidade na forma de trajar nos mais variados pontos do mundo. Um dos resultados do projecto foi a sua edição em livro – See The World Beautiful. O livro foi também publicado em 2012, mas a fotógrafa lançou mais tarde uma reedição onde incorporou mais fotos que da primeira vez não tinham sido publicadas.

E como o trabalho de Menke revela não há falta de estilo no mundo, quer seja na natureza nevosa do Alasca ou na remota savana do Quénia. “Entre as sessões fotográficas para a Vogue, Condé Nast Traveler e outras revistas tive a sorte de vislumbrar a beleza das culturas indígenas – as diferenças, a iconografia, a arquitetura e os modos de vestir, cada um com a sua maneira tradicional”, indica a fotógrafa.

 

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publicado às 09:44

Feliz 4 de Julho!

por Mäyjo, em 04.07.16

New York City, USA

40°41′21″N 74°2′40″W

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A imagem mostra a Estátua da Liberdade, em Nova York.

A colossal estrutura de cobre retrata uma figura feminina vestida - Libertas, a deusa romana da liberdade - que carrega uma tocha e uma placa sobre a qual está inscrita a data da Declaração de Independência americana - 4 de julho de 1776.

A estátua é um ícone americano de liberdade e uma visão acolhedora para os imigrantes que chegam ao país. Esperamos que todos nos EUA tenham um fantástico feriado!

Fotografia por Jeffrey Milstein 

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publicado às 22:41

Catedral de São Basílio, Moscovo, Rússia

por Mäyjo, em 03.07.16

Catedral de São Basílio.jpg 

Situada na Praça Vermelha em Moscovo, a Catedral de São Basílio foi construída em 1555 para celebrar a vitória de Ivan, o Terrível, sobre os mongóis.

 

Diferente das tradicionais igrejas cristãs austeras, pouco iluminadas e monocromáticas, a Catedral de São Basílio é multicolorida e não se assemelha a um templo religioso, pelo menos não com os que estamos acostumados a ver. A Catedral pertence à Igreja Ortodoxa Russa e a sua beleza é tão exuberante que mais parece um castelo de conto de fadas. As suas nove cúpulas em azul, branco, verde, amarelo, vermelho e dourado são hipnotizantes e a sua localização contribui ainda mais para o fascínio de uma das praças mais famosas do mundo, a Praça Vermelha. A sua história é tão fascinante quanto sua beleza.

 

Foi construída entre os anos de 1555-1561 sob as ordens de Ivan, o Terrível, para comemorar a reconquista das cidades de Kazan e Astrakhan que estavam sob domínio dos tártaros-mongóis. Tornou-se dos símbolos mais famosos da Rússia e, com os seus 47,5 metros, foi o edifício mais alto da cidade até à conclusão da Torre de Ivan, em 1600. O edifício original, conhecido como Igreja da Trindade, continha oito igrejas laterais dispostas em volta de uma nona igreja. A décima igreja foi erguida em 1588 sobre o túmulo do santo local, o venerado Vasily (Basílio).

Conhecida como um pedaço do céu na Terra, como acontece com todas as igrejas na cristandade bizantina, São Basílio foi popularmente chamada de a “Jerusalém” e serviu como alegoria do Templo de Jerusalém no desfile anual do Domingo de Ramos com a presença do Patriarca de Moscovo e do czar.

 

O edifício tem a forma da chama de uma fogueira subindo para o céu, um projeto que não tem análogos na arquitetura russa. Dmitry Shvidkovsky, no seu livro Arquitetura da Rússia e o Ocidente, afirma que “é como nenhum outro edifício russo. Nada semelhante pode ser encontrado em todo um milénio de tradição bizantina do século V ao XV [...] uma estranheza que surpreende pelo inesperado, complexidade e pelo brilho dos múltiplos detalhes de seu design.” A catedral é o clímax da arquitetura nacional russa no século XVII. Como parte do programa de ateísmo do Estado Soviético a igreja foi confiscada à comunidade ortodoxa russa pela antiga União Soviética tendo sido convertida numa divisão do Museu Histórico do Estado desde 1928. A igreja tornou-se Património Mundial da UNESCO em 1990 como parte do Kremlin de Moscovo e da Praça Vermelha. Muitas vezes é confundida com o próprio Kremlin devido à sua localização na Praça Vermelha.

 

Fontes: Quatro Cantos do Mundo, A Próxima Viagem

Foto: Deposit Photos

 

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publicado às 11:24

SABIA QUE AS MULHERES MUÇULMANAS NÃO USAVAM BURCAS OU HIJABS ANTES DOS ANOS 80?

por Mäyjo, em 23.02.16

AFEGANISTÃO

“Enquanto criança, lembro-me da minha mãe usar mini-saia e de nos levar ao cinemaA minha tia andou na Universidade de Cabul.” - Horia

As mulheres afegãs começaram a votar em 1919 - um ano depois das mulheres no Reino Unido e um ano antes das mulheres nos EUA. 

Cabul, Afeganistão, 1972
Cabul, Afeganistão, anos 60
Cabul, anos 60
Aula de Biologia na Universidade de Cabul
Escola
Sala de aula
Aeroporto de Cabul
Loja de música, Cabul, anos 60
Coro vocal afegão
Estudantes da Universidade de Cabul, anos 60
Estilista Safia Tarzi no seu estúdio, Cabul, 1969
O Afeganistão na Vogue de dezembro de 1969
Fotografia da Vogue de 1969
IRÃO
Mulheres protestam contra o uso forçado do hijab, Irão, março 1979
Mulheres iranianas protestam contra a lei do Hijab, em Teerão, 1979 | Fotógrafa: Hengameh Golestan
IRAQUE
Em 1933, matriculou-se a primeira mulher iraquiana em Medicina. 


Um grupo de alunos da Universidade, em Bagdade, em 1950
Um grupo de alunas da Faculdade de Medicina da Universidade de Bagdade, 1969
Estudantes em Bagdade, em 1939
Enfermeiras iraquianas
Aula de desenho, Bagdade anos 50
Concorrente do Iraque a Miss Universo, 1972



EGITO
Universidade do Cairo, Egito
Praia, anos 50
Mulher polícia, anos 60

 

Fontes: The Guardian, Amnesty International UK, Diario Norte, Feminist Pics, Dorar Aliraq, Egyptian Streets

 

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publicado às 17:31

O MUNDO ENIGMÁTICO DA TRIBO SAMBURU

por Mäyjo, em 22.10.15

Uma das tribos que vive no norte do Quénia é a dos Samburu.

Esta tribo foi fotografada recentemente por Eric Lafforgue, que realçou o seu amor pela joalharia – braceletes construídas por pedaços de objetos do dia a dia das sociedades de consumo e de pneus, por exemplo. Tanto os Samburu como os seus vizinhos Rendille são seminómadas e fazem a sua vida a partir de um animal, a vaca.

Segundo o Daily Mail, que publicou recentemente as fotos de Lafforgue, o pequeno-almoço dos Samburu é um dos mais macabros de que já ouvimos falar. Eles usam uma flecha especial que entra na veia da vaca, sem a matar. Depois, misturam o sangue do animal com o leite dele – este dieta rirca em proteínas ajudam esta tribo a sobreviver num dos mais difíceis e duros ambientes do planeta.

Nos últimos anos, porém, cada vez mais elementos desta tribo apostam na agricultura para sobreviver – seria interessante que estas práticas, ainda que milenares, fosse substituídas por outras, que não agredissem os animais.

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publicado às 22:15

Os templos do Irão

por Mäyjo, em 09.10.15

IRÃO: FOTOGRAFIAS RARAS REVELAM O BONITO E INTRICADO

DESIGN DOS TEMPLOS MUÇULMANOS 

Mohammad Domiri é um fotógrafo iraniano de 23 anos que passa horas do seu dia à procura de edifícios arquitectónicos imponentes e todos no seu país.

As fotos de Mohammad capturam principalmente os detalhes intricados dos grandes templos do Médio Oriente. Recorrendo a técnicas como a fotografia panorâmica e as lentes olho-de-peixe, este fotógrafo documenta o que de mais belo têm estes locais, refere o Daily Mail.

Devido a restrições que proíbem a permanência de muita gente nos templos e a proibição do uso de tripés para fotografar os espaços, assim como a dificuldade em conseguir uma autorização para fotografar dentro dos templos, as fotografias de Mohammad tornam-se de certa forma raras.

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publicado às 21:17

A BELEZA DA MODA TRADICIONAL DE VÁRIOS POVOS DO MUNDO

por Mäyjo, em 07.10.15

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Desde peruanos envoltos em roupa cor de cereja extravagante e saias de ouro ao povo Samburu do Quénia, com mantos carmesim e colares de contas, o mundo não tem falta de indumentárias elegantes. Uma pessoa que sabe onde encontrar estes vestuários elegantes e extravagantes é Anne Menke, uma fotógrafa da Vogue que percorreu o mundo em 2012 à procura dos cidadãos mais elegantes.

O projecto, onde fotografava modelos profissionais com os trajes típicos dos mais variados povos do mundo, permitiu a Menke observar a diversidade na forma de trajar nos mais variados pontos do mundo. Um dos resultados do projecto foi a sua edição em livro – See The World Beautiful. O livro foi também publicado em 2012, mas a fotógrafa lançou agora uma reedição onde incorporou mais fotos que da primeira vez não tinham sido publicadas.

E como o trabalho de Menke revela não há falta de estilo no mundo, quer seja na natureza nevosa do Alasca ou na remota savana do Quénia. “Entre as sessões fotográficas para a Vogue, Condé Nast Traveler e outras revistas tive a sorte de vislumbrar a beleza das culturas indígenas – as diferenças, a iconografia, a arquitectura e os modos de vestir, cada um com a sua maneira tradicional”, indica a fotógrafa.

Na verdade, não deixa de ser irónico que uma fotógrafa da Vogue, onde a beleza é tantas vezes artificial, esteja interessada em captar a beleza natural da pessoas. Veja algumas das fotografias.

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publicado às 20:06


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